Estimar a prevalência das métricas de saúde cardiovascular ideal em nível populacional,
segundo sexo, idade, escolaridade e região de moradia. Método: estudo transversal que utilizou
dados de 41.134 participantes do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para
Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico. A avaliação da saúde cardiovascular ideal considerou
quatro fatores comportamentais: não fumar; apresentar índice de massa corporal menor do que
25 kg/m2; realizar atividade física; consumir frutas e hortaliças cinco ou mais vezes por dia, e
dois fatores clínicos: não referir diagnóstico de diabetes e de hipertensão arterial. A soma dos
fatores resultou em um escore que variou de zero (pior saúde cardiovascular) a seis (saúde
cardiovascular ideal) fatores em níveis ideais. Resultados: considerando os seis fatores, somente
3,4% da população estudada apresentou níveis ideais de saúde cardiovascular e a maioria dos
participantes (57,6%) apresentou três ou quatro fatores ideais. As mulheres apresentaram
maior prevalência de saúde cardiovascular ideal (3,8% vs. 2,9% dos homens) (p < 0,0001).
Conclusão: os achados deste estudo são condizentes com o elevado risco de mortalidade por
doenças cardiovasculares, observado para a população brasileira, e podem contribuir para a
melhor compreensão do cenário da saúde cardiovascular na população urbana do país.
Estimar a prevalência das métricas de saúde cardiovascular ideal em nível populacional,
segundo sexo, idade, escolaridade e região de moradia. Método: estudo transversal que utilizou
dados de 41.134 participantes do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para
Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico. A avaliação da saúde cardiovascular ideal considerou
quatro fatores comportamentais: não fumar; apresentar índice de massa corporal menor do que
25 kg/m2; realizar atividade física; consumir frutas e hortaliças cinco ou mais vezes por dia, e
dois fatores clínicos: não referir diagnóstico de diabetes e de hipertensão arterial. A soma dos
fatores resultou em um escore que variou de zero (pior saúde cardiovascular) a seis (saúde
cardiovascular ideal) fatores em níveis ideais. Resultados: considerando os seis fatores, somente
3,4% da população estudada apresentou níveis ideais de saúde cardiovascular e a maioria dos
participantes (57,6%) apresentou três ou quatro fatores ideais. As mulheres apresentaram
maior prevalência de saúde cardiovascular ideal (3,8% vs. 2,9% dos homens) (p < 0,0001).
Conclusão: os achados deste estudo são condizentes com o elevado risco de mortalidade por
doenças cardiovasculares, observado para a população brasileira, e podem contribuir para a
melhor compreensão do cenário da saúde cardiovascular na população urbana do país.
Estimar a prevalência das métricas de saúde cardiovascular ideal em nível populacional,
segundo sexo, idade, escolaridade e região de moradia. Método: estudo transversal que utilizou
dados de 41.134 participantes do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para
Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico. A avaliação da saúde cardiovascular ideal considerou
quatro fatores comportamentais: não fumar; apresentar índice de massa corporal menor do que
25 kg/m2; realizar atividade física; consumir frutas e hortaliças cinco ou mais vezes por dia, e
dois fatores clínicos: não referir diagnóstico de diabetes e de hipertensão arterial. A soma dos
fatores resultou em um escore que variou de zero (pior saúde cardiovascular) a seis (saúde
cardiovascular ideal) fatores em níveis ideais. Resultados: considerando os seis fatores, somente
3,4% da população estudada apresentou níveis ideais de saúde cardiovascular e a maioria dos
participantes (57,6%) apresentou três ou quatro fatores ideais. As mulheres apresentaram
maior prevalência de saúde cardiovascular ideal (3,8% vs. 2,9% dos homens) (p < 0,0001).
Conclusão: os achados deste estudo são condizentes com o elevado risco de mortalidade por
doenças cardiovasculares, observado para a população brasileira, e podem contribuir para a
melhor compreensão do cenário da saúde cardiovascular na população urbana do país.
Estimar a prevalência das métricas de saúde cardiovascular ideal em nível populacional,
segundo sexo, idade, escolaridade e região de moradia. Método: estudo transversal que utilizou
dados de 41.134 participantes do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para
Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico. A avaliação da saúde cardiovascular ideal considerou
quatro fatores comportamentais: não fumar; apresentar índice de massa corporal menor do que
25 kg/m2; realizar atividade física; consumir frutas e hortaliças cinco ou mais vezes por dia, e
dois fatores clínicos: não referir diagnóstico de diabetes e de hipertensão arterial. A soma dos
fatores resultou em um escore que variou de zero (pior saúde cardiovascular) a seis (saúde
cardiovascular ideal) fatores em níveis ideais. Resultados: considerando os seis fatores, somente
3,4% da população estudada apresentou níveis ideais de saúde cardiovascular e a maioria dos
participantes (57,6%) apresentou três ou quatro fatores ideais. As mulheres apresentaram
maior prevalência de saúde cardiovascular ideal (3,8% vs. 2,9% dos homens) (p < 0,0001).
Conclusão: os achados deste estudo são condizentes com o elevado risco de mortalidade por
doenças cardiovasculares, observado para a população brasileira, e podem contribuir para a
melhor compreensão do cenário da saúde cardiovascular na população urbana do país.
Estimar a prevalência das métricas de saúde cardiovascular ideal em nível populacional,
segundo sexo, idade, escolaridade e região de moradia. Método: estudo transversal que utilizou
dados de 41.134 participantes do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para
Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico. A avaliação da saúde cardiovascular ideal considerou
quatro fatores comportamentais: não fumar; apresentar índice de massa corporal menor do que
25 kg/m2; realizar atividade física; consumir frutas e hortaliças cinco ou mais vezes por dia, e
dois fatores clínicos: não referir diagnóstico de diabetes e de hipertensão arterial. A soma dos
fatores resultou em um escore que variou de zero (pior saúde cardiovascular) a seis (saúde
cardiovascular ideal) fatores em níveis ideais. Resultados: considerando os seis fatores, somente
3,4% da população estudada apresentou níveis ideais de saúde cardiovascular e a maioria dos
participantes (57,6%) apresentou três ou quatro fatores ideais. As mulheres apresentaram
maior prevalência de saúde cardiovascular ideal (3,8% vs. 2,9% dos homens) (p < 0,0001).
Conclusão: os achados deste estudo são condizentes com o elevado risco de mortalidade por
doenças cardiovasculares, observado para a população brasileira, e podem contribuir para a
melhor compreensão do cenário da saúde cardiovascular na população urbana do país.
Estimar a prevalência das métricas de saúde cardiovascular ideal em nível populacional,
segundo sexo, idade, escolaridade e região de moradia. Método: estudo transversal que utilizou
dados de 41.134 participantes do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para
Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico. A avaliação da saúde cardiovascular ideal considerou
quatro fatores comportamentais: não fumar; apresentar índice de massa corporal menor do que
25 kg/m2; realizar atividade física; consumir frutas e hortaliças cinco ou mais vezes por dia, e
dois fatores clínicos: não referir diagnóstico de diabetes e de hipertensão arterial. A soma dos
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3,4% da população estudada apresentou níveis ideais de saúde cardiovascular e a maioria dos
participantes (57,6%) apresentou três ou quatro fatores ideais. As mulheres apresentaram
maior prevalência de saúde cardiovascular ideal (3,8% vs. 2,9% dos homens) (p < 0,0001).
Conclusão: os achados deste estudo são condizentes com o elevado risco de mortalidade por
doenças cardiovasculares, observado para a população brasileira, e podem contribuir para a
melhor compreensão do cenário da saúde cardiovascular na população urbana do país.
Estimar a prevalência das métricas de saúde cardiovascular ideal em nível populacional,
segundo sexo, idade, escolaridade e região de moradia. Método: estudo transversal que utilizou
dados de 41.134 participantes do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para
Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico. A avaliação da saúde cardiovascular ideal considerou
quatro fatores comportamentais: não fumar; apresentar índice de massa corporal menor do que
25 kg/m2; realizar atividade física; consumir frutas e hortaliças cinco ou mais vezes por dia, e
dois fatores clínicos: não referir diagnóstico de diabetes e de hipertensão arterial. A soma dos
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3,4% da população estudada apresentou níveis ideais de saúde cardiovascular e a maioria dos
participantes (57,6%) apresentou três ou quatro fatores ideais. As mulheres apresentaram
maior prevalência de saúde cardiovascular ideal (3,8% vs. 2,9% dos homens) (p < 0,0001).
Conclusão: os achados deste estudo são condizentes com o elevado risco de mortalidade por
doenças cardiovasculares, observado para a população brasileira, e podem contribuir para a
melhor compreensão do cenário da saúde cardiovascular na população urbana do país.
Estimar a prevalência das métricas de saúde cardiovascular ideal em nível populacional,
segundo sexo, idade, escolaridade e região de moradia. Método: estudo transversal que utilizou
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Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico. A avaliação da saúde cardiovascular ideal considerou
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25 kg/m2; realizar atividade física; consumir frutas e hortaliças cinco ou mais vezes por dia, e
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3,4% da população estudada apresentou níveis ideais de saúde cardiovascular e a maioria dos
participantes (57,6%) apresentou três ou quatro fatores ideais. As mulheres apresentaram
maior prevalência de saúde cardiovascular ideal (3,8% vs. 2,9% dos homens) (p < 0,0001).
Conclusão: os achados deste estudo são condizentes com o elevado risco de mortalidade por
doenças cardiovasculares, observado para a população brasileira, e podem contribuir para a
melhor compreensão do cenário da saúde cardiovascular na população urbana do país.